Oncologia clínica e cirúrgica

Oncologia clínica e cirúrgica

Cuidado integrado para decisões importantes no tratamento do câncer

Receber um diagnóstico de câncer costuma trazer muitas perguntas ao mesmo tempo.

É preciso operar? A cirurgia deve acontecer agora? Existe necessidade de quimioterapia? Outro tratamento precisa vir antes? Quem acompanha cada etapa?

Na Waken Clínica, a Oncologia Clínica e a Cirurgia Oncológica fazem parte de uma mesma frente de cuidado.

Cada especialidade possui funções próprias, mas elas podem se conectar para compreender o diagnóstico, avaliar a extensão da doença e organizar a sequência terapêutica mais adequada para cada paciente.

O objetivo é oferecer clareza para decisões complexas e acompanhar a jornada com responsabilidade, individualização e visão integral

 

Conheça nossa abordagem

Uma jornada que precisa ser planejada

Em oncologia, tratar rápido é importante. Definir corretamente o caminho também.

Quando existe um câncer, é natural pensar que o primeiro passo deve ser retirar o tumor ou iniciar imediatamente algum tratamento.

Nem sempre essa é a melhor sequência.

Dependendo do tipo e do estágio da doença, o tratamento pode começar com cirurgia, medicamentos, radioterapia ou uma combinação de estratégias.

Em outros casos, é necessário concluir exames antes de qualquer intervenção.

Por isso, uma das perguntas mais importantes não é apenas:

“Qual tratamento existe?”

Mas também:

“Qual tratamento deve acontecer primeiro, com qual objetivo e por quê?”

Na Waken, a Oncologia Clínica e a Cirurgia Oncológica são organizadas dentro dessa lógica: especialidades diferentes, conectadas quando isso contribui para uma decisão mais segura e uma jornada mais clara.

Duas espe­cia­li­da­des que se com­ple­men­tam

Embora ambas cuidem de pacientes com câncer, Oncologia Clínica e Cirurgia Oncológica possuem formações e funções diferentes.

Oncologia Clínica

O oncologista clínico é responsável principalmente pela avaliação e pelo tratamento clínico do câncer. Pode participar de processos como revisão do diagnóstico, estadiamento, definição de tratamentos sistêmicos, quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo, hormonioterapia, acompanhamento da resposta, manejo de efeitos adversos e seguimento depois do tratamento.

Cirurgia Oncológica

O cirurgião oncológico possui formação específica para avaliar e realizar o tratamento cirúrgico do câncer quando existe indicação. Sua atuação pode envolver avaliação de lesões suspeitas, planejamento de biópsias em situações específicas, estadiamento, definição do papel da cirurgia, retirada de tumores, avaliação de linfonodos, controle de sintomas, acompanhamento pré e pós-operatório. A cirurgia oncológica pode ter finalidade curativa ou ser utilizada para controle de doença e sintomas em casos selecionados.

Um especialista substitui o outro?

Não. Em muitos casos, eles trabalham de forma complementar. O oncologista clínico avalia principalmente o papel dos tratamentos sistêmicos. O cirurgião oncológico avalia principalmente o papel do tratamento cirúrgico. A integração ajuda a responder qual modalidade deve acontecer primeiro e como cada etapa se encaixa na estratégia global.

Experiência em Cirurgia Oncológica

O Dr. Fabio Yamaguchi possui residência médica em Cirurgia Oncológica pelo Hospital do Câncer A.C. Camargo, além de formação em Cirurgia Geral e outras especialidades cirúrgicas, com mais de 25 anos de atuação.

Experiência em Oncologia Clínica

A Dra. Juliana Yamaguchi possui residência médica em Clínica Médica pelo Hospital Ipiranga e residência em Oncologia Clínica pelo Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho.

Integração com especialidades complementares

Nutrição, Coloproctologia, Cirurgia do Aparelho Digestório e outras áreas de nossa atuação podem participar da jornada quando isso acrescenta valor clínico ao tratamento.

Quando procurar avaliação oncológica

Algumas pessoas chegam com o diagnóstico confirmado.

Outras ainda estão investigando uma lesão suspeita ou buscando uma segunda opinião.

Uma avaliação oncológica pode ser importante diante de situações como:

Uma avaliação oncológica pode ser importante diante de situações como:

  • Diagnóstico recente de câncer
  • Biópsia indicando neoplasia maligna
  • Tumor ou lesão suspeita que ainda precisa ser investigada
  • Necessidade de definir se uma cirurgia está indicada
  • Dúvida sobre realizar tratamento antes da cirurgia
  • Necessidade de avaliar quimioterapia ou outro tratamento sistêmico
  • Câncer que retornou após tratamento anterior
  • Doença metastática
  • Necessidade de acompanhamento após cirurgia
  • Necessidade de acompanhamento depois de tratamento oncológico
  • Dúvida entre diferentes estratégias terapêuticas
  • Busca por segunda opinião

Sintomas e alterações que também merecem atenção

  • Perda de peso sem explicação
  • Cansaço ou fraqueza persistentes sem causa esclarecida
  • Anemia sem causa definida
  • Presença de nódulo ou massa percebida no corpo
  • Sangramento sem explicação, como sangue nas fezes, urina ou secreções
  • Mudanças persistentes no hábito intestinal
  • Dor abdominal persistente ou aumento do volume abdominal
  • Dificuldade progressiva para engolir
  • Saciedade precoce ou perda persistente de apetite
  • Tosse ou rouquidão que não melhoram
  • Falta de ar sem causa conhecida
  • Alterações persistentes na mama, como nódulo, retração da pele ou mudança no mamilo
  • Feridas ou lesões que não cicatrizam
  • Alterações persistentes na pele ou em pintas já existentes
  • Febre recorrente ou suores noturnos sem causa identificada
  • Dor persistente ou progressiva sem explicação clara

Importante:

  • Muitos desses sintomas não são específicos de câncer e, na maior parte das vezes, podem estar relacionados a outras condições. O ponto de atenção é principalmente a persistência, progressão, associação com outros sinais ou ausência de uma explicação conhecida.
  • A investigação adequada permite identificar a causa e definir se existe necessidade de encaminhamento para Oncologia ou outra especialidade.

Cuidar do câncer pode envolver diferentes modalidades

O tratamento do câncer pode envolver uma ou mais modalidades, utilizadas de forma isolada, combinada ou em diferentes momentos da jornada. A escolha depende do tipo de tumor, estágio da doença, características biológicas, condições clínicas do paciente e objetivo do tratamento. Não existe uma sequência única para todos os casos.

  • Cirurgia Oncológica: tratamento cirúrgico indicado para retirada do tumor ou controle de complicações.
  • Quimioterapia: uso de medicamentos para combater células tumorais em diferentes regiões do organismo.
  • Imunoterapia: tratamento que estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater células tumorais.
  • Terapias-alvo: medicamentos direcionados a alterações específicas presentes em determinados tumores.
  • Hormonioterapia: tratamento que bloqueia ou reduz estímulos hormonais relacionados ao crescimento de alguns cânceres.
  • Radioterapia: uso de radiação para destruir ou controlar células tumorais em uma região específica.

Etapas da jornada oncológica

O tratamento pode começar muito antes da primeira medicação ou cirurgia. Cada caso possui uma trajetória própria.

De forma geral, algumas etapas podem fazer parte do cuidado.

Diagnóstico

A investigação busca determinar se existe câncer e identificar qual tipo de tumor está presente. Biópsia e anatomia patológica possuem papel central em muitos diagnósticos.

Caracterização da doença

Depois da confirmação, exames podem ajudar a compreender características do tumor, sua localização e possíveis marcadores relevantes.

Estadiamento

O estadiamento avalia a extensão do câncer. Essa informação influencia diretamente as possibilidades terapêuticas.

Planejamento

A equipe analisa qual modalidade ou combinação de modalidades possui indicação.

Tratamento

Pode envolver cirurgia, tratamento sistêmico, radioterapia ou outras estratégias.

Reavaliação

Exames e consultas ajudam a acompanhar resposta, recuperação e necessidade de ajustes.

Seguimento

Mesmo depois do término do tratamento ativo, alguns pacientes precisam de acompanhamento periódico.

Como é definida a estratégia de tratamento

O mesmo diagnóstico não significa necessariamente o mesmo tratamento. Uma proposta terapêutica pode considerar diferentes informações.

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Tipo de câncer

Tumores que surgem em órgãos diferentes possuem comportamentos distintos. Mesmo dentro de um mesmo órgão podem existir subtipos com características diferentes.

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Estágio da doença

É importante compreender fatores como tamanho e localização do tumor, possível comprometimento de linfonodos e presença ou ausência de doença em outros órgãos.

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Características biológicas

Em determinados tumores, biomarcadores, receptores, genes ou outras características podem influenciar a escolha do tratamento.

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Condições do paciente

Também podem ser considerados idade, outras doenças, função dos órgãos, estado nutricional, cirurgias anteriores, funcionalidade e tratamentos já realizados..

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Objetivo terapêutico

O tratamento pode ter objetivos diferentes, como buscar a retirada completa da doença, reduzir risco de recorrência, controlar a doença, reduzir sintomas e preservar função e qualidade de vida.

Oncologia dentro da Saúde Integrada

Nem todo paciente precisará de todas as áreas da Waken. Mas alguns casos exigem diferentes perspectivas ao longo da jornada.

Essa conexão é um dos fundamentos do modelo de Saúde Integrada da clínica, que apresenta o cuidado oncológico como uma trajetória capaz de envolver avaliação clínica, decisão cirúrgica, acompanhamento, orientação e integração assistencial.

Oncologia Clínica + Cirurgia Oncológica

É a principal conexão deste pilar. As duas áreas podem trabalhar juntas para definir sequência, objetivo e acompanhamento do tratamento.

Oncologia + Coloproctologia

Tumores do cólon e reto podem exigir conhecimento específico de cirurgia colorretal e integração com tratamento sistêmico.

Oncologia + Cirurgia do Aparelho Digestório

Tumores digestivos podem exigir planejamento que considere simultaneamente anatomia, cirurgia e estratégia oncológica.

Oncologia + Ginecologia

Pacientes em tratamento podem apresentar necessidades relacionadas à saúde hormonal, sexualidade ou saúde íntima. Em alguns tumores, questões ginecológicas também fazem parte diretamente da jornada.

Oncologia + Nutrição

Estado nutricional, apetite, peso e composição corporal podem ser relevantes durante o tratamento e recuperação.

Oncologia + Enfermagem Clínica

Orientações, follow-up, cuidados assistenciais e organização da jornada podem fazer parte do acompanhamento quando indicado.

Dúvidas frequentes sobre Oncologia

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